Sem razão choro por dentro, senti raiva, medo,arrependimento, um pouco mais de arrependimento e nada. Isso mesmo...nada. O pior e o melhor é o nada... o nada que acalma, que entorpece, ameniza, cicatriza... esse mesmo nada é o responsável por uma terrível sensação de pequenez...de alma, de espirito, de vida de sonhos. Tudo em mim é tão pequeno, que muitas vezas nem noto os pés sobre minha cabeça, como um "costume", como as formigas que pisamos sem esmagar. Sou pequena como o prazer de um gozo ou talvez dois...
Há uma linha tênue, quase invisível, que divisa a sanidade e a loucura... Cansei de equilibrar-me nela. Eu a rompi irremediavelmente. E agora com a descompressão do meu submarino ‘Constancia’ já começo a me afogar. Eu sou tudo e nada mais que pó, terra e caos ao mesmo tempo... a cada passo que dou na direção certa, mais distante fico de meu verdadeiro caminho.
domingo, 12 de junho de 2011
12.06.2011
Sem razão choro por dentro, senti raiva, medo,arrependimento, um pouco mais de arrependimento e nada. Isso mesmo...nada. O pior e o melhor é o nada... o nada que acalma, que entorpece, ameniza, cicatriza... esse mesmo nada é o responsável por uma terrível sensação de pequenez...de alma, de espirito, de vida de sonhos. Tudo em mim é tão pequeno, que muitas vezas nem noto os pés sobre minha cabeça, como um "costume", como as formigas que pisamos sem esmagar. Sou pequena como o prazer de um gozo ou talvez dois...
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