A verdade mesmo é que cada pedaço importante de mim se desprendeu e agora rumam sozinhos os caminhos que bem entendem. E eu aqui... peito aberto... tentando segurar o coração para que não se vá também.
Há uma linha tênue, quase invisível, que divisa a sanidade e a loucura... Cansei de equilibrar-me nela. Eu a rompi irremediavelmente. E agora com a descompressão do meu submarino ‘Constancia’ já começo a me afogar. Eu sou tudo e nada mais que pó, terra e caos ao mesmo tempo... a cada passo que dou na direção certa, mais distante fico de meu verdadeiro caminho.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
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